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Mulheres na liderança: desafios e mudanças no mercado de trabalho

No começo do mês de maio, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) divulgou os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, referentes ao ano de 2019, e apontou que as mulheres representam 43,2% do mercado de trabalho no Brasil. O índice é maior do que o registrado dez anos atrás, mas ainda distante do equilíbrio.

O cenário, entretanto, tende a ser cada vez mais positivo para a presença feminina, tanto em relação aos diversos setores da economia quanto na ocupação de posições tradicionalmente ocupadas por homens. A análise é da consultora Pâmela Braga, especializada em desenvolvimento organizacional.

mulheres na liderança FESA

A região Norte, a propósito, apresenta o maior índice de desigualdade na presença de mulheres no mercado de trabalho. Elas ocupam apenas 38,7% dos postos, segundo os dados do IBGE. Realidade que tende a mudar. De acordo com a consultora, em todos os processos de recrutamento e seleção que ela já conduziu em 2020, e os que estão em andamento, foi exigida a presença de mulheres no short list, isto é, entre as candidatas finalistas.

Desafios para a contratação de mulheres

Karim Warrak, consultor da FESA Group no Rio de Janeiro, informa que uma das principais dificuldades em contratar mulheres é a questão da mobilidade. “Ainda sentimos que os homens possuem mais flexibilidade para se mudar do que as mulheres”, afirma Warrak, que adiciona uma outra dificuldade relacionada à formação profissional: “As faculdades de engenharia formam muito mais homens do que mulheres e é muito mais comum encontrarmos profissionais do sexo masculino em liderança de posições técnicas”.

Além disso, ainda é preciso enfrentar o preconceito de gênero. Dados da pesquisa “Atitudes Globais pela Igualdade de Gênero”, realizada em 2019 pela Ipsos, mostraram que três em cada 10 pessoas no Brasil (27%) admitem que se sentem desconfortáveis em ter uma mulher como chefe. A resistência é maior entre os homens, alcançando 31% deles.

Outro fator contribuinte para tal preconceito está dentro da maioria das empresas que resistem a implantar a diversidade no ambiente organizacional. Segundo uma pesquisa do  LinkedIn, em comparação com um homem, uma mulher é:

mulheres e mercado de trabalho

Mulheres na liderança

 O cenário no Brasil vem evoluindo ano após ano, de acordo com outra pesquisa, realizada durante a última edição da International Business Report (IBR) — Women in Business 2019, no Brasil, o percentual de empresas com pelo menos uma mulher em cargos de liderança foi de 93% em 2019, sendo uma grande evolução em relação aos 61% em 2018.

O estudo também analisou quais cargos têm mais presença feminina. No topo da lista, aparece a diretoria de recursos humanos, com 43% de participação. Na diretoria executiva, as mulheres marcam posição em cargos na área financeira (34%).

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