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Tecnologia e Recursos Humanos: 3 tendências que todo profissional deve conhecer

2020 tem sido um ano cheio de surpresas e que já trouxe muitas mudanças para o mundo corporativo. E é fato que o departamento de Recursos Humanos foi um dos mais afetados por isso. O novo cenário global exige mudanças na forma de conduzir processos seletivos, avaliar e gerir colaboradores.

Para dar conta de tudo isso e conseguir desenvolver novos processos com excelência, os profissionais de RH, mais do que nunca, têm que investir e conhecer novas tecnologias. Para ajudar nessa missão, conversamos com alguns de nossos especialistas em Recrutamento & Seleção e Gestão de Pessoas para elencar as principais tecnologias que todo profissional de RH deve conhecer. Confira:

Employee Experience

Employee Experience, termo em inglês utilizado para denominar a experiência do colaborador, vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, abrangendo todo o ciclo de vida do colaborador em uma organização. A jornada começa antes mesmo do profissional ingressar na empresa, passando pela integração, gerenciamento de desempenho, bem-estar do funcionário, os benefícios oferecidos e, por último, o feedback oferecido pelo próprio colaborador sobre como ele se sente em sua experiência.

Um bom exemplo de Employee Experience é a Vee Benefícios, uma empresa que permite que você flexibilize os benefícios oferecidos para seus colaboradores, as opções vão desde academia, clube de desconto até assistência médica. Falamos um pouco mais sobre ela aqui: https://fesagroup.com/fesa-xfour-e-vee-beneficios-parceria-para-ampliar-negocios-relacionados-a-beneficios-flexiveis/

No contexto macro, a metodologia para que  feedback de Employee Experience seja coletado está se tornando cada vez mais sofisticada, com o uso da AI e da análise avançada de dados para garantir que o foco esteja nos resultados que causam os maiores impactos.

Inteligência Artificial

É inevitável, nos novos tempos, que muitas tarefas sejam substituídas pela automação em todos os departamentos de uma organização. Na área de Recursos Humanos isso não é diferente, no entanto, em vez de temer esta mudança e evitar lidar com seu impacto, os profissionais de RH devem abraçar, discutir e se preparar para as mudanças que ocorrerão.

Dentro do RH, já existem tecnologias, baseadas em inteligência artificial,  capazes de tirar dúvidas dos candidatos, reconhecer emoções por meio de entrevistas em vídeo, automatizar a triagem de currículos com base em competências previamente definidas, tudo isso sem qualquer interferência humana.

A Inteligência Artificial no RH pode e deve ir muito além do processo de recrutamento, a Seedlink é um bom exemplo. A Start-up oferece soluções de AI para recrutamento e gestão de talentos.

Rina Joosten-Rabou, co-fundadora e CCO da empresa, garante que “a plataforma da Seedlink torna a contratação 10 vezes mais rápida, aumenta em 25% o número de candidatos entrevistados e a retenção em também 25%”. Isso acontece porque, ainda segundo Rina, computacionalmente, você pode criar grandes bibliotecas de dados de linguagem e com esses dados você pode prever o comportamento e o desempenho com muito mais precisão do que qualquer cérebro humano.

Data Driven

A mentalidade Data Driven deve fazer parte do mindset de qualquer profissional que queira ter algum futuro nas organizações. Ser Data Driven significa tomar atitudes com base em dados, e não por intuição ou por experiência pessoal. Isso significa que o profissional de RH deve deixar seu “feeling” e experiência de lado? Com certeza não! Mas, é preciso ter em mente que os dados estão a nossa disposição para melhorias constante e segura dos processos.

Nos próximos anos, tecnologias de Big Data permitirão que os gestores façam a mineração de dados, extraiam informações importantes e aprendam cada vez mais para agir de maneira competitiva. Esses dados podem estar dentro ou fora da empresa, desde que tenham veracidade e volume.

E-learning

A forma de aprender, especialmente das gerações mais jovens, mudou. Todos temos acesso a muitas informações na palma da mão e é difícil se concentrar em cursos tradicionais com tantos estímulos simultâneos. Já reparou quantas pessoas ficam em seus celulares durante treinamentos e palestras?

Uma das saídas para se adaptar a esse novo modelo de consumo e aprendizado são os conteúdos e-learning. A ideia é oferecer treinamentos e capacitações online e com recursos que extrapolam o clássico conteúdo expositivo.

Quanto mais o e-learning incorporar outros formatos, como vídeos, gamification e testes práticos, mais estratégico o seu uso. Isso porque ele suprirá essa demanda de aprendizado que envolve conteúdos rápidos, leves e que podem ser consumidos no ritmo que o aprendiz deseja.

Aqui na Fesa Group somos parceiros da Skillio, uma EdTech focada em treinamentos corporativos com ênfase em soft skills. A plataforma, além de oferecer cursos prontos ainda permite que cada empresa personalize os cursos existentes ou crie suas próprias trilhas. Explicamos tudo nesse artigo aqui: https://fesagroup.com/fesa-xfour-e-skillio-uma-aquisicao-focada-no-desenvolvimento-de-profissionais-e-soft-skills/

 

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