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Benefícios flexíveis: essa estratégia veio para ficar?

Nossos seguidores nos contaram quais os benefícios são mais atrativos e nosso especialista comenta esta política de RH que pode ajudar a atrair e engajar equipes

Ao escolher uma oportunidade de trabalho, grande parte dos profissionais não levam em consideração apenas o salário ofertado. Os benefícios como vale-alimentação, refeição, plano de saúde, participação nos resultados, auxílio home-office podem e, muitas vezes são, decisivos na hora do sim.

Perguntamos aos nossos seguidores no LinkedIn quais os benefícios eles mais veem valor na hora de aceitar uma proposta de trabalho. Dos mais de 1300 participantes, 52% responderam que é a participação nos lucros. 29% apontaram o modelo de trabalho em home office como um benefício essencial, 11% gostariam de receber um cartão de benefícios flexíveis e 8% apontaram que benefícios com foco na saúde mental estão entre os mais relevantes.

De acordo com Clayton Pedro, sócio da FESA Group e executivo de gente e gestão com mais de 22 anos de experiência, o resultado campeão da enquete, a participação dos lucros, já é uma política adotada e regulamentada no Brasil, realizada por meio de acordo coletivos sindicais e que contribui muito para engajar times.

Mas e a possibilidade de adequar os benefícios à necessidade de cada colaborador? “O mercado de benefícios flexíveis já tem uma penetração em torno de 70 % na Europa e Estados Unidos e, com a pandemia, esse formato tem crescido aqui no Brasil. Antes tínhamos uma penetração de 3% e hoje o modelo vem crescendo rápido com os novos fornecedores de benefício flexível”, contextualiza Clayton.

Esta iniciativa tem se mostrado uma política de recursos humanos importante, uma vez que ela não apenas atrai novos colaboradores, mas contribui para engajar aqueles que já estão na empresa. “O modelo de benefício que trata todos da mesma forma, está desatualizado. Hoje, mais do que nunca, vemos que um benefício personalizado, que entende a necessidade de cada colaborador, mostra uma cultura corporativa mais humanizada e focada na experiência do empregado”, explica Clayton.

E esta é uma tendência que deve se manter firme no mercado de benefícios corporativos de acordo com Clayton. “É a nova tônica que vai guiar as estratégias de recursos humanos nos próximos anos. Essa personalização e humanização vai exigir um novo olhar para a cultura e liderança das empresas”, afirma o executivo.

RH 4.0

Já deu para perceber que o foco na experiência do colaborador é uma das tendências na área de recursos humanos, certo? Clayton sinaliza que as empresas precisam evoluir suas culturas organizacionais para o contexto da nova economia para se manterem competitivas no longo prazo.

“Acompanhamos uma grande mudança nos processos de gente nos últimos anos. Enquanto antes tínhamos benefícios rígidos, agora eles são flexíveis. Enquanto os gestores davam um feedback anual, agora ele deve ser contínuo. As empresas tinham uma política de trabalho presencial, hoje ele pode ser remoto ou híbrido. Enquanto o foco era no engajamento, hoje é preciso focar na experiência”, reforça.

 

Um único cartão com várias possibilidades

Conciliar a necessidade do colaborador com as opções da sua cartela de benefícios corporativos, é uma estratégia diferenciada na hora atrair e engajar as pessoas. E ofertar um cartão com um amplo leque de possibilidades pode ser o pontapé dessa jornada de valorização da experiência do colaborador.

A Swile, startup que compõe o ecossistema da FESA Group, oferece o cartão com benefícios flexíveis, com a bandeira Mastercard, com opções como vale-alimentação, refeição, mobilidade, auxílio home-office, cultura e saúde. O portifólio da empresa reúne ainda parcerias como com segmentos de academias. Quer saber mais? Acesse swile.co

Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar a conectar a estratégia de gente com a do seu negócio!





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